A morte da avó da advogada Celciane Frazão da Silva Viana, que aguardava um leito de UTI no Hospital Geral de Parauapebas (HGP), reacendeu a crise na saúde pública do município. A família enfrentou problemas de atendimento, como demora e falta de estrutura, o que gerou revolta entre os moradores.
O HGP, administrado pela empresa Aselc, já acumula denúncias e questionamentos no Ministério Público devido à superlotação, demora nos atendimentos e falta de leitos. A situação é crítica, com a população sofrendo com a precariedade dos serviços, mesmo com milhões investidos na saúde. ¹ ²
A gestão da saúde em Parauapebas é alvo de críticas, com internações disparando 17% e a população questionando a aplicação dos recursos. A pressão sobre a gestão da unidade aumenta, e a população cobra melhorias no atendimento. 🚨
